Comprar por impulso é mais comum do que você imagina

comprar por impulso

Comprar por impulso pode ser algo comum quando somos bombardeados todos os dias por anúncios e propagandas que mostram como o produto X ou o serviço Y é maravilhoso e como não podemos ficar sem eles. Na televisão, no cinema, no rádio e na internet, principalmente na internet, estamos sujeitos. É tanta propaganda e as vezes tão apelativas que acabamos comprando. Ficamos um tempo namorando aquele vestido, aquela câmera e quando aparece uma plaquinha dizendo “promoção” em letras garrafais coloridas, fica difícil resistir não é? A gente até divide se precisar.

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Uma pesquisa recente, realizada pelo SPC Brasil, mostrou que um terço dos consumidores em geral compra sem necessidades, motivados por promoções. Os dados mostram ainda que 35% dos consumidores nas classes C, D e E, 38%  das mulheres e 42% dos jovens de 18 a 34 anos consomem de forma supérflua.

É fato que muita gente vai comprar por impulso. As vezes compramos coisas que não precisamos, às vezes só queremos fazer um agrado a nós mesmos. Então qual a diferença entre precisar e desejar algo? Não há resposta padrão, tudo depende da sua realidade financeira, da sua conta bancária. Afinal, gastar mais do que se ganha é sem dúvidas um ato impulsivo.

Veja abaixo 6 dicas Firgun para deixar o impulso de lado e nunca mais prejudicar sua saúde financeira comprando coisas que você não precisa.

  1. Se pergunte “por que?”

    Pare um momento para analisar o motivo da sua compra. Você realmente precisa disso que está adquirindo? Se for apenas por prazer, avalie bem a situação e pense duas vezes antes de comprar.

  2. Segure a tentação

    Quando sentir vontade de comprar algo por impulso, tente deixar a aquisição para o dia seguinte. A vontade passa, a necessidade não.

  3. Uma ajudinha para não comprar por impulso

    Se estiver em dúvida sobre um gasto específico, peça a opinião de alguém de confiança. A visão de outra pessoa que pensa diferente de você pode ser um ótimo conselho para que você defina se aquele gasto é supérfluo ou não.

  4. Tenha um plano B

    Se você precisa ou quer comprar algo, vá em frente. O importante é o foco no que precisa. Se o produto está caro e vai prejudicar seu bolso, considere pesquisar em outros lugares, esperar um pouco antes de comprar ou optar por outras marcas mais baratas.

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  5. De olho no cartão

    Redobre a atenção com o cartão de crédito. Ele pode ser seu amigo ou maior inimigo. Se você acha que não conseguirá pagar a fatura cheia no mês que vem, não compre. Com relação a parcelamentos longos, avalie a necessidade e se você conseguirá honrar as prestações até o fim.

  6. Use a técnica ABCD

    Separe seus gastos em A (alimentação); B (básico), como aluguel, água, luz etc; C (contornável), que você pode cortar caso tenha um problema, como a TV a cabo, academia, etc e D (desnecessário), gastos que não entram nas outras categorias e podem ser questionados. Dessa forma você visualiza o que é um gasto fútil e o que é necessidade para que suas escolhas no momento da compra sejam as melhores possíveis.

As dicas foram úteis para você? Fala para a gente nos comentários 🙂

Fonte: Pesquisa do SPC

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