Tesouro Direto: nova ferramenta facilita a escolha de investimentos

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é uma das formas mais seguras de aplicar seu dinheiro e sua popularidade vem aumentando ao longo dos anos. Foi criado em 2002 e hoje reúne mais de 1,5 milhão de investidores em todo Brasil. Pode-se dizer que é o investimento de renda fixa mais democrático que existe, pois com pouco mais de R$30 você já pode começar a investir.

O único problema é que a variedade de títulos do Tesouro Direto é enorme. Os títulos têm características diversas e isso pode dificultar na hora de escolher em qual investir. É preciso ter uma estratégia clara. Antes de mais nada, não só com o Tesouro Direto, é preciso saber qual seu objetivo com o investimento.

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A ferramenta

A boa notícia é que lançaram no último dia 21 uma ferramenta que vem facilitar a vida do pequeno investidor. Futuramente ela permitirá que o usuário faça simulações e comparações entre os diferentes títulos públicos e também entre outros tipos de aplicações financeiras como CDB, LCI e LCA. Um simulador ao seu dispor.

A mesma ferramenta faz sugestões de títulos de acordo com o perfil do investidor, indicado pelo próprio usuário. Para isso você precisa preencher:

  1. Por quanto tempo você quer manter seu investimento?
  2. O que você mais valoriza no investimento?
  3. Como deseja receber a remuneração do seu investimento?

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Sobre o Tesouro Direto

Quando o governo gasta mais do que ele ganha ou precisa de caixa ele emite títulos públicos, ou seja, ele vende títulos públicos para financiar a dívida do nosso país. Na realidade você está emprestando para o governo e ganhando com isso. Essa é a principal característica desse tipo de investimento.

O Tesouro Direto é um sistema criado para facilitar a compra e venda desses títulos públicos de forma online e com pouco dinheiro. A partir de R$30,00 você já consegue investir nesses títulos uma vez que você não precisa comprar o título inteiro, mas sim uma fração dele.

Todo título público do Tesouro Direto tem uma data de vencimento e um índice de correção. Os índices de correção servem para definir a rentabilidade de determinado título. Ele pode render de acordo com a inflação (indexado ao IPCA) ou com os juros (indexado à SELIC).

Risco

Ao investir no Tesouro Direto você opta pelo investimento com menor risco da economia brasileira, os títulos públicos são 100% garantidos pelo Tesouro Nacional através do próprio Governo Federal.

Além disso, desde 2015, os títulos do Tesouro Direto têm liquidez diária. Isso quer dizer que você poderá vender seu título em qualquer dia caso não queira ou não possa aguardar o vencimento. A venda pode ser feita nos dias úteis entre 18h e 5h do dia seguinte. Nos finais de semana e feriados a venda pode ocorrer a qualquer hora do dia.

Custos

Para investir no Tesouro Direto, como em qualquer outro tipo de investimento, existem custos. São 2 as taxas cobradas: uma pela instituição financeira pela qual você fará seu investimento e outra pela BM&FBOVESPA, que guarda uma cópia física do seu título.

A BM&FBOVESPA cobra uma taxa de 0,3% ao ano sobre o valor dos títulos e é referente a custódia do seu título. Isso quer dizer que ele existe fisicamente e estará guardado num cofre só seu na BM&FBOVESPA.

A taxa cobrada pela instituição financeira varia muito, cabe ao investidor estar atento a elas. Veja aqui uma lista das instituições e taxas praticadas.

Além das taxas os títulos do Tesouro Direto tem o imposto de renda, cobrado apenas sobre o rendimento. Ele segue uma tabela regressiva, ou seja, quanto mais tempo você deixar o título rendendo, menos impostos pagará. Assim:

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