Gastos e investimentos: cuide bem do seu dinheiro em 2019

Ano novo, promessas novas, planos novos. Logo no início de janeiro temos gastos e investimentos que podemos fazer. Temos de arcar com despesas básicas (e pesadas), como IPTU, IPVA, matrícula e material escolar ou até mesmo as parcelas excedentes da viagem de férias. É difícil? Sim. Mas não é impossível! Nesse texto vamos mostrar que é possível pagar tudo isso e organizar os novos planos sem se endividar. Confira abaixo os principais gastos e alternativas.


Já leu?

Gastos de início de ano: esteja preparado

Saiba como investir com impacto social e ter rendimentos


IPVA

Uma das facilidades desse imposto é que ele pode ser pago à vista, com desconto, ou em 3 parcelas (janeiro, fevereiro e março). O valor pode ser consultado pelo Renavam do automóvel.

IPTU

Todas as pessoas que residem em qualquer tipo de moradia devem pagar esse imposto, seja à vista ou em parcelas. Em caso de moradia de aluguel, o valor é pago em parcelas durante o ano todo.

Imposto de Renda

Deve ser pago entre março e abril, porém, quanto mais cedo você pagar sua contribuição, mais cedo receberá sua restituição.

Despesas Escolares

Não há outra saída: janeiro e fevereiro são os prazos limites da maioria das escolas particulares para o pagamento da matrícula e/ou rematrícula. É importante que esse gasto seja previsto ainda no final do ano anterior e que seja pago à vista, para que não haja um endividamento maior com juros e multas em caso de atraso das parcelas (isso somente para os casos em que as instituições adotem essa política).

Material escolar e livros didáticos: pesquise, converse com outros pais, visite diversas lojas, papelarias e até sebos. É uma época de muita procura e muita oferta, o que possibilita a variação de valores entre produtos, lojas e até mesmo localidades. Além disso, adote o hábito de reciclar, reparar e reutilizar o que for possível. O planeta (e o seu bolso) agradece!

Alternativas de Investimento para 2019

As principais dívidas acima podem ser organizadas logo nos primeiros meses do ano. Feito isso, é hora de pensar em alternativas de investimento para garantir uma boa sustentabilidade financeira a curto e longo prazo. Em 2018 as eleições e a greve dos caminhoneiros tiveram impacto direto sobre o mercado de ações. A greve de caminhoneiros, inclusive, impactou a vida de vários brasileiros, seja pela escassez de produtos nos supermercados ou até mesmo a impossibilidade de abastecimento dos veículos.

Em decorrência desse evento, a economia do país teve um prejuízo estimado em R$16 bilhões, o que pressionou o governo a entrar em acordo com os grevistas para regularizar a situação. Logo depois disso, ocorreram as eleições presidenciais. A proposta apresentada pelo atual governo defende privatizações e redução de custo público, que são alternativas que agradam investidores e podem aquecer a economia. Assim, é possível, agora, visualizar onde é possível investir em 2019.

Renda Variável

A Bolsa de Valores foi uma boa opção de investimentos em 2018. Ao que tudo indica, é possível que aconteçam as privatizações de algumas estatais, permitindo o impulsionamento e a valorização de outras empresas ligadas ao governo. A nossa dica é que fique de olho nas ações dessas organizações para então tomar a decisão de investir, podem surgir boas oportunidades nessa área.

Por outro lado, existe uma grande expectativa de crescimento e aumento de empregos já no início de 2019, o que significa mais dinheiro no bolso do trabalhador e maior poder aquisitivo de compra. Dois setores que prometem ter suas ações valorizadas nesse sentido são o varejo e o bancário. Vale a pena atentar-se a esses dois segmentos também.

Renda Fixa

Como existe a expectativa sobre o crescimento da economia, as instituições financeiras podem ser também uma boa opção de investimento. O CDB (Certificados de Depósito Bancário) é um título emitido por instituições financeiras para que consigam financiar suas atividades. Foi uma opção de investimento muito procurada em 2018, por causa do bom rendimento e da segurança proporcionada pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Portanto, não descarte a opção, ainda mais para os títulos de instituições consideradas pequenas, pois podem apresentar taxas melhores.

Impacto Social

A economia colaborativa é mais do que uma nova tendência: é uma opção prática e acessível para investidores de grande e pequeno poder aquisitivo. A Firgun, por exemplo, é uma boa opção de investimento com custo baixo e rentabilidade de até 12% ao ano. Além disso, auxiliar o financiamento de algum projeto da nossa plataforma, possibilita impacto social. Facilite acesso a microcrédito para um empreendedor popular e tenha rendimentos com isso. Para saber mais, acesse nosso site e entenda o nosso mecanismo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *