Heróis e Heroínas da Firgun investem no empreendedorismo feminino

Os Heróis e Heroínas da Firgun estão ajudando o empreendedorismo feminino da periferia com investimentos à partir de R$25. Confira as novas campanhas na plataforma: você também pode fazer parte dessa história.

Um caminho para incentivar esse setor da economia é através de investimentos. Não estamos falando aqui de investimento do governo, de capital estrangeiro ou de grandes bancos. Isso também é importante, mas nossa proposta é alternativa: o investimento acontece de pessoa para pessoa. Nós mesmos podemos nos financiar e é isso que os Heróis e Heroínas da Firgun estão fazendo. São pessoas que querem ver impacto social positivo para a sociedade com sustentabilidade financeira. Você também é assim? Faça parte dessa rede, acesse a plataforma da Firgun, invista em uma empreendedora de sua escolha e receba seu dinheiro de volta em parcelas com rendimentos de 6% a 12% ao ano. 

O empreendedorismo feminino vem ganhando cada vez mais visibilidade no Brasil. As mulheres representam 43% dos empreendedores brasileiros, segundo pesquisa da Rede Mulheres Empreendedoras. Elas querem independência financeira e impactam a economia nacional nesse processo. O consórcio internacional GEM (Global Entrepreneurship Monitor) revelou o cenário do empreendedorismo no Brasil em 2016, e os dados sobre as mulheres mostravam uma tendência de avanço, mas ainda há muito o que melhorar.

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Os desafios do empreendedorismo feminino

No empreendedorismo, por definição, é necessário assumir riscos. O que definirá seu sucesso será a capacidade de conviver e sobreviver a esses riscos. No Brasil, os riscos para as mulheres são maiores do que para os homens. Mesmo com toda a evolução na sociedade, as mulheres ainda enfrentam muitas barreiras no hora de empreender.

A primeira e mais comum é a falta de autoconfiança. Isso acontece pois muitas meninas recebem uma educação que as inibe a buscar conquistas. Uma educação que diz a elas que elas não são capazes, que a única função da mulher é cuidar da casa e dos filhos. Felizmente isso está mudando, elas ja se veem como capazes e são incentivadas a empreender.

A segunda barreira é a dupla jornada de trabalho feminina. Apesar de saberem de seu papel no desenvolvimento econômico e social no país, as mulheres empreendedoras, na maioria dos casos, ainda são responsáveis pela administração da casa e educação dos filhos.

Somam-se a estas questões, uma série de outras barreiras como a discriminação no ambiente de trabalho e a diferença de oportunidades em relação aos homens.

É por isso que precisamos nos unir para incentivar o empreendedorismo feminino e ajudar a multiplicar oportunidades para elas.

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