6 erros financeiros que você precisa evitar

erros financeiros

Quem nunca cometeu erros financeiros que atire a primeira pedra. Errar é humano, tudo bem, mas vamos tentar não cair no mesmo buraco duas vezes. É para isso que servirá esse texto.

Boas intenções podem se tornar grandes erros financeiros

Independente se boa ou ruim, a sua situação financeira é uma combinação das decisões financeiras que você tomou até aqui. Claro, as oportunidades que você tem na vida e sua posição social também influenciam, mas vamos focar nas nossas ações pessoais. O que podemos fazer individualmente para melhorar nossas contas?

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Se você é como a maioria você teve pouco ou nenhum treinamento na área, você está aprendendo conforme vai caminhando. Nós entendemos a dificuldade: é como trocar o pneu de um carro em movimento. Isso significa que algumas das suas atitudes financeiras estão cheias de boas intenções e mesmo assim podem não ser tão efetivas, por falta de planejamento ou conhecimento. No entanto, identificar seus erros financeiros é uma forma eficiente de evitar que você os cometa novamente. Então vamos a eles:

1. Não avaliar sua situação financeira atual

Você precisa saber como lida com seu próprio dinheiro. Algumas pessoas tem dificuldades para controlar o impulso de consumir, gastam mais do que ganham e num primeiro momento até sentem prazer com isso. Outras, pelo contrário, são super mão-fechada. Não abrem nem para dar tchau. Qual o seu perfil?

Quanto você ganha por mês? Você tem dívidas? Tem uma reserva emergencial? Consegue guardar dinheiro no fim do mês? Quanto? Responda essas perguntas, procure fazer um diagnóstico da sua situação financeira atual.

2. Não planejar seus gastos

“Planejar um orçamento pessoal leva muito tempo, é chato e dificilmente vou contrair uma dívida.” É assim que muitos de nós pensamos. No entanto a realidade mostra que a coisa não é bem assim.

Seu futuro financeiro depende do que está acontecendo aqui e agora. As pessoas passam mais de 20 horas por semana no computador ou assistindo TV, mas separar duas horas na semana para cuidar das finanças está fora de cogitação. Para saber onde você está indo é preciso saber onde você está agora, por isso gastar um tempinho se planejando é fundamental.

3. Gastar mais do que se ganha

Falar isso parece óbvio, mas esse erro é mais comum do que se imagina. Mais de quatro milhões de jovens entre 18 e 24 anos estão negativados e quase metade deles tem dívidas com o banco. Isso acontece por causa de um mau hábito: gastar mais do que ganha.

Para não ficar com as contas do mês em vermelho sugerimos uma regrinha básica. A regra 50-15-35, já ouviu falar? É um sistema simples para controlar as finanças pessoais, dividindo-as em três grandes grupos:

  • 50% para gastos fixos, ou seja, tudo o que você precisa para viver e se manter no dia a dia;
  • 15% para gastos financeiros, seja quitar uma dívida ou investir. Sim, nesse sentido veja investimento como um gasto. Seu eu futuro vai agradecer;
  • 35% para manter o estilo de vida. Gastos não essenciais que você pode cortar quando as coisas apertarem.

4. Comprar um carro novo

Milhões de carros são vendidos todo ano, embora poucos compradores possam pagar em dinheiro. A maioria financia o automóvel, ou seja, pega dinheiro emprestado para pagar. A incapacidade de comprar um carro em dinheiro quer dizer a incapacidade de comprar um carro. Ao financiar um carro, o comprador está pagando juros em cima de um ativo que desvaloriza com o tempo. Isso faz com que a diferença entre o valor do carro e o preço pago por ele aumenta a cada dia. Pior ainda é quem troca de carro uma vez a cada dois ou três anos, perdendo dinheiro em cada compra.

Isso sem contar os gastos com gasolina e seguro. Se você precisa comprar um carrou  considere escolher um que gaste menos combustível e tenha um seguro mais barato. Se você comprar um carrão, estará queimando dinheiro que poderia ser poupado ou utilizado para pagar uma dívida.

Saiba mais: 6 passos para criar um planejamento financeiro inteligente

5. Não fazer uma reserva de emergência

É importante ter guardado pelo menos três meses de salário para uma emergência. Caso você seja demitido ou tenha um gasto inesperado para manter sua saúde, por exemplo, você terá tranquilidade para lidar com os problemas. Essas coisas acontecem e não estar preparado para isso é um erro comum. Então para não contrair uma dívida inesperada, abra uma poupança e crie o hábito de poupar todo mês.

“Se sobrar no final do mês eu guardo.” Não seja como muitos que dizem isso, veja o ato de investir como um gasto necessário e não obra do acaso. Não existe situação financeira ruim que resista a um bom planejamento, fazendo com que seja possível poupar.

Dinheiro na mão é vendaval. Então não corra o risco de ver ele voando por aí sem sequer saber para onde ele foi. Defina um valor para poupar todo mês e controle-se!

6. Não fazer investimentos

Se você não faz seu dinheiro trabalhar para você, você nunca poderá parar de trabalhar. Fazer aportes todo mês em uma conta destinada à sua aposentadoria é essencial para uma velhice mais confortável. Se tudo der certo todos chegaremos lá um dia. Entenda primeiro quanto tempo seus investimentos terão para crescer e quanto risco você pode tolerar. Isso ajudará na hora de escolher o investimento correto.

Resumindo

Para se afastar dos perigos do gasto excessivo, comece monitorando as pequenas despesas que se acumulam rapidamente e, em seguida, passe a monitorar as grandes despesas. Pense cuidadosamente antes de adicionar novas dívidas à sua lista de pagamentos e tenha em mente que a capacidade de efetuar um pagamento não é o mesmo que permitir a compra. Por fim, guarde um pouco do que você ganha todo mês, isso é prioridade. Depois gaste um tempo desenvolvendo um plano financeiro sólido.

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